Header Ads

ad728
  • Breaking News

    Como fazer marketing viral



    Como fazer marketing viral: as 8 melhores dicas

    Então, vamos botar a mão na massa e criar um marketing viral?
    Calma, não vamos apenas lançar o desafio e te colocar no fogo para cumprir, sozinho, essa grandiosa tarefa.
    Separamos cinco dicas preciosas para você não fazer feio:

    1. Focar no ciclo de vendas do seu produto ou serviço

    A pior propaganda é aquela que não vende a realidade.
    E não estamos falando aqui de utilizar recursos lúdicos e metáforas, mas da verdade nua e crua sobre o que sua empresa oferece.
    Investir em marketing significa potencializar tudo de bom que o seu produto ou serviço tem para oferecer ao público, respondendo as suas necessidades e desejos de forma direta.
    Quer um exemplo bem básico?
    Se você vende um carro e faz uma campanha com um veículo de cor vermelha, é de se esperar que essa cor exista para ser vendida, certo? Porque se não for o caso, o consumidor vai se sentir, no mínimo, lesado ao ver que aquilo que foi alardeado só existe ali, na propaganda.
    E também não adianta propor uma venda se a empresa não vai conseguir atender à demanda, impedindo o acesso àquilo que ele deseja consumir. Portanto, atenção à distribuição!
    E, por fim, as suas equipes de atendimento e vendas devem estar mais do que prontas a atender os clientes, resolver dúvidas e saber todas as funcionalidades do que vai ser vendido.
    Isso além daquelas regras básicas de bom atendimento, como educação, cordialidade e respeito.

    2. Fazer algo de fácil absorção e repasse

    Não dificulte o acesso ao seu material.
    Aqui não é o momento de criar formulários para a conquista de leads. Na verdade, quanto mais fácil a visualização e repasse dessa mensagem, melhor!
    É exatamente por isso que muitos investem na criação de materiais audiovisuais, que já são de mais fácil absorção por parte do público em diversas mídias populares, entre TV e internet, bem como acaba servindo de base para a produção de outros materiais (áudios para rádios, propagandas para revistas e jornais).
    Aliás, o investimento pesado em vídeo também cresce também por conta do crescente uso de dispositivos móveis (smartphones e tablets).
    Acaba sendo muito mais fácil baixar materiais nesse formato para a visualização do que peças gráficas que exigem um espaço maior para a leitura e o entendimento.

    3. Produzir algo inesperado

    Não basta fazer uma boa tirada com humor. É preciso que ele seja inesperado, ou seja, que ele ofereça ao público algo que ele não tem nem ideia de que vai acontecer – mas que seja, de alguma forma, muito bem-vindo.
    Uma risada, um depoimento, uma visão diferente sobre algo já conhecido. O objetivo é surpreender.
    E isso dá trabalho, não se engane.
    É preciso sair dos padrões que normalmente iriam nortear suas campanhas de marketing para poder surpreender.
    Quer um exemplo delicioso? A cervejaria belga Stella Artois, que vem conquistando o paladar brasileiro, criou a série de propagandas “Receber é uma arte”:

    Assim, a cerveja, nesse caso, fugiu à regra das mulheres com pouca roupa para se tornar um elemento para a confraternização e de uma ótima recepção para os amigos.
    Tudo com muita finesse. E basta olhar o canal da empresa no Youtube para ver que o investimento tem rendido uma verdadeira série de vídeos que fortalecem a imagem da marca junto a um público que não aprecia – somente – futebol e cerveja, para querer conquistar adeptos de outras áreas correlatas, porém muito pouco desenvolvidas, como a gastronomia.

    4. Utilizar canais de massa

    Aliás, quando falamos acima da campanha da Stella Artois, você provavelmente nem percebeu a facilidade com que teve acesso ao conteúdo da empresa, a apenas um ou dois cliques de distância.
    Só que isso é fundamental.
    O Youtube se tornou um queridinho exatamente por permitir às massas a visualização fácil de material.
    E, mais importante ainda, ele tem botões fantásticos, logo abaixo da tela que fazem com que você possa compartilhar esse material diretamente no seu perfil nas principais redes sociais (Facebook, Twitter, Google+, LinkedIn, hi5…), além de poder curtir e comentar dentro da própria página do Youtube.
    A utilização de canais em massa é um ponto decisivo para quem deseja fazer o marketing viral.
    Falamos anteriormente que é preciso que suas campanhas sejam de fácil acesso e aqui as redes sociais vêm como uma resposta quase perfeita aos anseios de uma marca.
    O ‘quase’ existe exatamente pela facilidade de se multiplicar qualquer conteúdo, o que aumenta muito a concorrência.

    5. Não planejar para ser viral

    Essa última dica pode parecer um pouco estranha.
    Como assim? Explicamos.
    Nada pode garantir que uma campanha vai viralizar.
    Afinal de contas, ela vai sempre depender de um fator externo e desconhecido: o público. É ele quem, no final das contas, vai decidir o que merece – em sua opinião – ser compartilhado e visto.
    Alguns podem até dizer que é possível fazer isso através da compra de espaço, de perfis fake… mas não é. Forçar o viral pode até dar um empurrão inicial, mas quando ele não é abraçado pelo público, não vai adiantar de muita coisa.
    Um exemplo é a propaganda de 1996 – quase vinte anos atrás – da Parmalat, com crianças vestidas de bichinhos:

    Uma musiquinha simples, letra cativante, a espontaneidade e fofura dos pequenos e uma frase final – “Tomô?” – fizeram com que a propaganda ficasse na mente das pessoas por anos a fio com uma continuação, no mínimo, inusitada:



    Os bichinhos cresceram e se desenvolveram! E provaram os diversos benefícios sempre tão alardeados pelo produto.
    Como planejar essa popularização das frases, das figuras que viraram fantasias de carnaval de tal forma a garantir que uma década depois fosse interessante fazer um novo comercial? Impossível calcular.

    6.Ser relevante

    Não importa se a sua campanha é baseada em um modismo, em assuntos populares num determinado momento ou coisas que são parte do imaginário popular. Abordar temas ou pessoas famosas não significa que o seu marketing vai viralizar.
    Quer um exemplo? A atriz Susana Vieira (bastante popular pelas participações em novelas e pelo seu jeito espevitado) protagoniza duas propagandas veiculadas na televisão para duas marcas muito distintas: enquanto o comercial feito para as Havaianas é curtido e compartilhado, o outro, para o remédio Calcitran acaba sendo ignorado pelas massas.

    Mesmo que a ‘voz’ de ambas as marcas seja a mesma, o enfoque da marca de calçados é muito mais marcante e relevante – menos óbvio – do que o do remédio que ajuda a prevenir osteoporose.
    Você pode até pensar que é mais fácil falar de chinelos do que remédios, mas aí a gente devolve com a questão: será que é isso mesmo ou as Havaianas conseguiram criar campanhas tão bem desenvolvidas e executadas que acabam fazendo parecer ser fácil?

    7.Entender que o viral não será sobre o seu produto ou serviço

    Na primeira dica nós falamos que é preciso vender em suas campanhas o que sua empresa vai oferecer na realidade. Mas isso não significa, de forma alguma, que o marketing viral é algum tipo de manual ou apresentação do seu produto ou serviço.
    Na verdade, a sacada está justamente na presença da marca de uma forma natural.
    Ou seja: é preciso pensar que quem está vendo a sua propaganda vai ficar tão animado com a história que está sendo contada ou com o formato adotado, que ela nem vai se dar conta (ou nem vai se importar) daquilo ser um comercial.
    Isso significa apostar mais no universo das funcionalidades dos seus produtos e nas respostas que eles podem oferecer ao público. E aí a criação pode se valer de tiradas cômicas, emotivas, formatos inusitados, porque o conceito estará muito bem delineado.

    8.Entender as razões pelas quais as pessoas compartilham

    Nem tudo o que você vê nas suas redes sociais você curte, comenta ou compartilha. Já reparou nisso? A questão é que, mesmo sem nos darmos conta, fazemos constantemente uma seleção de material.
    E a seleção, principalmente quando falamos das redes sociais, não são apenas resultados do “gosto” ou “não gosto”. É bem mais sutil.
    Elas dizem respeito ao que pode emocionar, entreter e informar, não só a eles, como ao seu grupo social. É por isso que muitas vezes os materiais com sentimentos mais básicos costumam se fortalecer.
    Eles são comuns a maioria esmagadora das pessoas e fica fácil para elas se enxergarem e/ou compreenderem a mensagem.


    Sem comentários